Planejando o desenvolvimento do RN

O Corecon-RN há um bom tempo vem atuando em busca de parceria com a FIERN – Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte, por entender que ali se concentra uma força motriz capaz de ações, se motivadas e entendidas pelo poder público, de contribuir de forma concreta e decisiva para o desenvolvimento progressivo e seguro para a terra potiguar.

No lançamento atualizada da versão do “MAIS RN”, o Corecon/RN foi convidado a participar desta nova fase, que indiscutivelmente há coincidências de agendas e visão dos mesmos horizontes perseguidos pelos economistas, que culmina em um desenvolvimento sólido, contínuo eficaz para Estado do RN.

O Corecon-RN, Sindicato dos Economistas e a Cooperativa de Economista, irão entregar a todos os postulantes ao executivo estadual, proposições para desenvolvimento sustentável do RN até o final desde mês, onde entendem que para materializar o equilíbrio fiscal e a retomada do crescimento, é necessário planejamento estratégico do Estado de grande monta, e para isto, a Secretaria de Planejamento terá que aglutinar cabeças pensantes dos muitos economistas, é sabido que uma boa leva destes profissionais que podem contribuir de forma contundente, estão sendo subutilizados nas diversas outras secretarias fora muitas vezes de suas funções, como o resgate lá na SEPLAN, uma área para Gestão e Planejamento do Estado. “É possível sim, contribuir de maneira segura para mudar os rumos de um Estado que há anos, não exerce seu papel de um Estado com planejamento Estratégico de médio e longo prazo”, pontou, Ricardo Valério, Presidente do Corecon/RN.

A Semplan – Secretaria de Planejamento poderia liderar uma grande e robusta rede de colaboradores como a FIERN, Fecomercio, FAERN, FCDL, Sebrae e do próprio Conselho de economia e suas entidades, entre outras instituições, tendo como espelho básico o bem elaborado programa MAIS RN.

Mas, para isto ser efetivado com segurança, se faz essencial a retomada do agrupamento dos bons Economistas e profissionais do próprio Estado. Certamente a valorização do papel que os Economistas, será de grande valia ao próximo Governo.

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