Economistas falam sobre decretos dos governos

Em plena alta, os economistas permanecem no topo da lista, em se tratando de entrevistas e analises econômicas/políticas que afetam diretamente a população brasileira em seu dia a dia.

Nesta, quinta-feira (3), o economista, conselheiro do Corecon/RN, professor da UERN e diretor da Facem – Faculdade de Economia, Leovigildo Cavalcanti Neto, deu sua primeira entrevista do ano de 2019, discorreu sobre o aumento do Salário Mínimo e seus impactos para os trabalhadores, aos cofres da União, Estados e Municípios, além, de toda a cadeia produtiva. Sempre presente no cenário da mídia potiguar o professor Leovigildo tem se destacado com suas opiniões balizadoras.

Não fugindo a regra, o economista Ricardo Valério Costa Menezes, também foi acionado pelo departamento de jornalismo da Tv Tropical – afiliada da Record, em nossa capital -, para uma entrevista e fazer uma analise das medidas implementadas pelo estreante Governo de Fátima Bezerra, notadamente, no que concerne a “carência” para que posso ter um fôlego ajustável e buscar soluções sobre a demanda do déficit fiscal norteriograndense.

“Diante disto (decretos) o governo ganha dois quadrimestres, oitos meses para poder se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal, a governadora acertou em tomar essa atitude, vai facilitar, vai criar agilidade, vai também dar uma sinalização para o Governo Federal, que o estado do Rio Grande do Norte está numa situação que precisa de S.O.S, a exemplos que aconteceu com outros estados”, Disse Ricardo Valério.

Também, observou o economista que a bancada federal rio-grandense terá que ter uma boa mobilidade: “Sem dúvida nenhuma o Governo Federal, não tem obrigatoriedade nenhuma de estar cobrindo a situação de déficit fiscal de cada estado do Brasil”, ponderou Ricardo.

Os economistas, Ricardo Valério, ainda concedeu entrevista à Tv Futura/Natal/RN e o professor Leovigildo Cavalcanti, também falou ao programa Enfoque Político, da TV Terra do Sal, da cidade de Mossoró.

 

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