Paraíba comemora 40 anos de Corecon-PB, em 2020

O Conselho Regional de Economia-PB, celebra, em 26, de setembro 2020, 40 anos de existência. Nestas quatro décadas de existência tem desempenhado papel importante  na valorização da profissão de economista, na melhoria da sua formação e no fortalecimento da sua imagem na nossa sociedade, bem como nos debates e apresentação de propostas para a economia paraibana. 

Clique no link abaixo para baixar  Programação completa em PDF:

Programação Corecon-PB 40 anos

Observatório Econômico – Corecon-RN: Governo envia à Assembleia LOA com déficit de 920 Milhões.

Pelo segundo ano consecutivo o Governo Fátima Bezerra, mantém a política de realismo fiscal e envia a Assembleia Legislativa o Lei do Orçamento Anual 2021, com um déficit Fiscal da Ordem de 920 milhões.

Ao contrário dos governos anteriores, o Estado vem fazendo a opção pela transparência do orçamento e apresenta o realismo do déficit fiscal, agravado pelo aumento das despesa da ordem de 6,9%, em função do gastos da Pandemia e queda das receitas, notadamente de impostos.

Apesar dos esforços do Governo, que avançou nas negociações com os três poderes em relação ao quase congelamento dos orçamentos e controle rígidos dos gastos, com revisão de contratos e entre outros cortes, ainda assim em que pese a assertividade da política, ainda não foi suficiente para a obtenção do equilíbrio fiscal, muito em razão pela consequência da pandemia e também em razão da sangria da previdência do Estado, que continua demandando cerca de 150 milhões mensais, devendo chegar esse ano a um déficit da ordem de 2 bilhões em função da reforma da Previdência do Estado ainda não ter sido votado pela ALERN. Vamos torcer para que haja um bom entendimento entre o Governo e ALERN, para quem sabe em 2022, possamos nos aproximamos mais do equilíbrio fiscal , mas para isto notadamente, além do controle das despesas a arrecadação tem que aumentar, fruto da retomada do crescimento econômico do Brasil e do RN em particular .

Observatório Econômico – Corecon-RN: Não estamos no mesmo barco, apenas no mesmo mar

Diante do aprofundamento da desigualdade social do Brasil com a pandemia , temos que respeitar a posição e condições de cada cidadão. Uns estão enfrentado a pandemia no ar refrigerado e com suas rendas e confortos garantidos. 

Enquanto a grande maioria perdeu seu empregos, 67 milhões estão vivendo exclusivamente do auxílio emergencial ou seja 1/3 da nossa população, com desconforto e com poucas perspectivas de novas oportunidades de ocupação, pois emprego infelizmente, daqui por diante, vai depender da economia se recuperar, o que em nossa visão ocorrerá lentamente e não em V como anuncia o Paulo Guedes, Ministro da Economia, quando existe uma recuperação na mesma velocidade da nossa queda. Vamos melhorar sim, mas possivelmente os novos empregos não voltarão na mesma velocidade e o momento da vez, da sociedade será do empreendedorismo, onde cada brasileiro está tentando se reinventando. 

As enormes desigualdades sociais e econômicas, comparativamente seria como que, enquanto alguns, de fato, enfrentam a pandemia num mar revolto em seus iates, a maioria dos brasileiros, valentemente, enfrentam as ondas altas do desemprego a nado.

Assim, cada um pode fazer um pouquinho por cada novo empreendedor. Dando preferência à adquirir produtos regionais e produzidos no Rio Grande do Norte.. E sempre, que possível,  comprar nas proximidades de sua casa. A pequena e média empresa é quem mais emprega e precisa muito de sua força e da sua preferência.

Tudo vai passar. O momento exige de todos mais solidariedade, humanidade e atitudes positivas perante nossos semelhantes.

Por: Ricardo Valério Costa Menezes
-Economista Presidente do Corecon-RN

Observatório Econômico – Corecon-RN: Pequenos e médios investidores têm ascensão à Bolsa de Valores

Ricardo Valério, Presidente do Corecon-RN, comento sobre sobre a quebra dos paradigmas, em que Bolsas de Valores seria somente para investidores e grande fortunas, atualmente ela está popularizada no Brasil e acessível a todo e pequeno e médio investidor.

A prova cabal, é que um simples porteiro, em material exibida pela Intertv, que é muito ousado e que faz seu devido planejamento financeiro, no qual disponibiliza uma parte de seus rendimentos para aplicações, mesmo sendo sabedor que é um investimento de risco, sujeito a volatilidade.  Os jovens também estão avançando muito, se tornando investidores. 

PROJETO: EDUCAÇÃO FINANCEIRA E  DICAS ECONÔMICAS

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Estrutura produtiva do Rio Grande do Norte: estimativas a partir de matrizes insumo-produto para os anos de 2010 e 2015.

Resumo: Este trabalho visa caracterizar a estrutura produtiva do estado do Rio Grande do Norte para os anos de 2010 e 2015 por meio da estimação de algumas matrizes comuns à abordagem insumo-produto. Para tanto, estima-se a matriz de consumo intermediário e, a partir disso, as matrizes de coeficientes técnicos e a inversa de Leontief. As matrizes estaduais estimadas permitiram comparações com o nível nacional e conclusões acerca das interligações entre atividades presentes no estado. Leia Mais

Observatório Econômico – Corecon-RN: Bolsa de Valores se populariza e Ganha mais de 440 mil novos investidores.

Em entrevista, para a Intertv, Ricardo Valério, Presidente do Corecon-RN, abordou a quebra de paradigma do passado, quando a bolsa de valores era muito restrita a grandes investidores e pouco acessível aos pequenos aplicadores. 

Porém, nos últimos anos, com a chegada de muitos fundos de investimentos, passou a existir uma maior  acessibilidade aos pequenos investidores por se tratar de uma espécie de aplicação coletiva de vários CPF as bolsas vêm aumentando expressivamente o número de aficionados por este investimentos, que no ano passado teve ganhos muito acima da média do mercado, com a valorização de mais de 32% em 2019. 

Agora, com a taxa Selic a apenas 2%, derrubando a rentabilidade dos fundos fixo e das cadernetas de poupanças, de forma abruta houve uma migração enorme dos investidores, inclusive os pequenos poupadores para as bolsas de valores, em que pese que este ano em apenas dois meses da Pandemia a Bolsa tenha tido um tombo de 23%. 

Agora, a Bolsa de Valores B3, já começar a sua lenta recuperação e apesar de ser um investimento de risco e de alta vulnerabilidade, ainda assim o histórico notadamente dos últimos anos, continua animando a muitos investidores estreantes , inclusive jovens que já representam 33% dos aplicadores. 

PROJETO: EDUCAÇÃO FINANCEIRA E  DICAS ECONÔMICAS

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Mês do Economista Cidadão: Eduardo Suplicy participa de live sobre renda básica para promoção da inclusão social

Considerando as comemorações pela Independência do Brasil, em setembro, o Cofecon realizará o projeto “Mês do Economista Cidadão”. Durante o período, a autarquia promoverá debates com economistas e a sociedade de uma forma geral para discutir temas relacionados à inclusão social e redução das desigualdades, abordando a importância de políticas sociais, do terceiro setor e de vertentes como a economia solidária. Leia Mais

Observatório Econômico – Corecon-RN: Brasil terá supersafra em 2021

O Presidente do Corecon-rn, Ricardo Valério, comenta sobre a preocupação com os aumentos em itens alimentares importantes como o feijão, arroz, óleo e o leite e outros derivados do agronegócio em razão de nos encontramos no período da entressafra e, notadamente, estimulados pela alta do dólar  que eleva os custo operacionais do campo e por outro lado, incentiva a exportação para outros países, tendo a China como grande mercado consumidor e comprador.

A sazonalidade deste produtos, certamente, irão passar e o país estima uma supersafra para 2021, na ordem de 7,2% e obviamente com a medida pelo Governo Federal de zerar os custos de importação deverá fazer a transição, neste segundo semestre, enquanto chega a safra nacional, com os preços mais regulares.

PROJETO: EDUCAÇÃO FINANCEIRA E  DICAS ECONÔMICAS

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Observatório Econômico – Corecon-RN: 30 anos do Código de Defesa do Consumidor

O Presidente do Corecon-rn, Ricardo Valério, comenta e analisa os 30 anos de implementação do Código do Consumidor, completados nesta última sexta-feira,11, que reorganizou as relações entre consumidores e fornecedores de serviços e produtos oferecendo proteção e direitos  dos consumidores contra abusos, com uma legislação mais ampla e difundida , o Código, se faz presente na vida do povo brasileiro. 

Quando do seu lançamento, a internet não tinha a popularidade de hoje e menos ainda o comércio digital não aparecia no horizonte. “ Agora, com a pandemia, as relações com o comércio digital foram extremamente ampliadas com o isolamento social e cabe, justamente, analisar uma atualização do nosso Código de Defesa do Consumidor, deixando ele mais ágil e mais adequado às mudanças do comércio digital?, sugere Ricardo Valério. 

PROJETO: EDUCAÇÃO FINANCEIRA E  DICAS ECONÔMICAS

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