Pesquisa desenvolvida por Núcleo de Economia recebe premiação nacional

Gabriella da Silva Cavalcanti, pesquisadora do Núcleo de Economia Aplicada e Conjuntura (NEAC), do Departamento de Economia (Depec), do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), da UFRN, foi contemplada com o primeiro lugar no Prêmio Paulo Haddad 2020, pelo trabalho Análise de sobrevivência dos infectados pela Covid-19 no estado do Rio Grande do Norte.

O prêmio foi entregue no XVIII  Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos (Enaber), realizado de 7 a 9 de Outubro, em formato online. A premiação busca o incentivo à produção intelectual dos estudantes brasileiros que se interessam em desenvolver pesquisas sobre fenômenos socioeconômicos em suas manifestações no território nacional.

Segundo Gabriella, que é mestre em Economia pelo Programa de Pós-Graduação em Economia (PPEco/UFRN), a principal motivação da pesquisa nasceu da constatação de que o estado possui características populacionais, demográficas e socioeconômicas que, combinadas, poderiam contribuir para o colapso do sistema de saúde aumentando a taxa de letalidade da Covid-19. 

“Os dados do último Censo Demográfico realizado no Brasil revelam que, em 2010, o RN apresentou indicadores sociais mais preocupantes que a média nacional, como a baixa renda per capita e alta taxa de pobreza (IBGE, 2010). Além disso, o estado possui o 16º IDH do país, é o 7° estado brasileiro com a maior proporção de idosos, possui um elevado percentual de pessoas com idade acima de 18 anos diagnosticadas com pelo menos uma doença crônica e apresenta forte heterogeneidade espacial. O estudo teve como justificativa entender o padrão de letalidade da doença no estado, de modo a fornecer informações estratégicas aos elaboradores de políticas públicas para reduzir o número de mortes”, explica.

Para a pesquisadora é uma honra e realização pessoal receber um prêmio que é considerado um dos maiores na área da Economia Regional. Os interessados em consultar os resultados, podem acessar o documento no site da Associação Brasileira de Estudos Regionais (ABER):

Fonte: Assessoria de Comunicação

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