Delegado do CORECON/RN em Assú profere palestra no “II Fórum Social e Sustentável do Vale do Açu”

O “II Fórum Social e Sustentável do Vale do Açu”, que aconteceu na última sexta-feira (23), no auditório do Campus da Universidade Estadual  (UERN) em Assú – RN, teve como palestrante o economista e Delegado do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON/RN, Joacir Rufino de Aquino, abordando ‘Evolução e Desafios da Agropecuária do Vale do Açu’.

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Artigo: Incertezas políticas não asseguram retomadas do crescimento econômico

Embora o crescimento do PIB em 1% seja uma notícia alentadora para a economia nacional no primeiro trimestre 2017, após 8 semestres sucessivos de perdas, ainda assim, diante do cenário de absoluta incerteza de nossa política a partir das delações dos irmãos da JBS, desestabilizando o Governo do Presidente Michel Temer, os economistas recomendam muita cautela, para não sairmos assegurando com convicção  que conquistamos o fim da recessão que derrete a economia brasileira há 2 anos.   Leia Mais

Perspectiva de Desenvolvimento Econômico e Social no município de Pedro Velho/RN

Artigo

Por

Osmar Faustino de Oliveira

Economista

 

O desenvolvimento econômico pode ser definido como uma mudança estrutural, ou seja, o desenvolvimento é uma transformação na relação e nas proporções internas do sistema econômico. A sociedade é caracterizada por um conjunto econômico complexo que traduz formas econômicas e sociais diversas. Desse modo, o desenvolvimento econômico ocorre quando o aumento permanente na produtividade média do trabalho se assimila a essa estrutura complexa (QUEIROZ, 2011).

O desenvolvimento é considerado como um resultado do crescimento econômico seguido de melhoria na qualidade de vida de uma sociedade, ou seja, aumento do Produto Interno Bruto e a eficiência na alocação de recursos pelos diversos setores da economia, melhorando o bem-estar econômico e social da população. A redução da pobreza, do desemprego e das desigualdades e aumentos nas condições de saúde, na alimentação, educação e moradia, são considerados melhorias no desenvolvimento (OLIVEIRA, 2002).

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A dinâmica da produção de melão no RN

 Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino

(Economista, professor e pesquisador da UERN)

José Aldemir Freire

(Economista e Chefe da Unidade Estadual do IBGE no RN)

A produção de melão irrigado cresceu substancialmente no Brasil nos últimos 20 anos. Segundo a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, se no ano de 1995 os agricultores brasileiros produziram 159.267 toneladas da fruta, em 2015 o número saltou para 521.596 toneladas, o que representa um crescimento de 227%. Esse ganho de produção ocorreu,principalmente,pela expansão das lavouras na região Nordeste, aonde se concentra a maior área cultivada dessa fruta no país.

Entre os estados nordestinos, os dois principais produtores são o Ceará e o Rio Grande do Norte (RN), que lidera o ranking nacional na produção e na quantidade exportada de melões. Juntos, eles respondem por praticamente 75%da produção brasileira, conforme a fonte citada anteriormente.

A produção média de melão no RN, de forma isolada, tem se mantido em torno de metade do total nacional ao longo da série estatística analisada (1995-2015). Recentemente, contudo, a sua participação percentual foi ampliada pela migração de empresas do Ceará, alcançando a cifra de 52% no final de 2015. A queda da produção do Ceará e sua consequente migração para as terras potiguares se deveu à crise hídrica naquele estado, que tem sido mais grave do que nas áreas produtoras norte-rio-grandenses.

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Dia Internacional da Mulher: CORECON se posiciona sobre idade da aposentadoria e salários da mulher no Brasil

Na passagem do “Dia Internacional da Mulher”, comemorado em 08 de março, o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON-RN se posiciona contra a idade para aposentadoria das mulheres aos 65 anos, mesma idade proposta  para os homens pela reforma da Previdência,  defendida pelo Governo Federal em curso na Câmara Federal.

Para Ricardo Valério, presidente do CORECON-RN, essa é uma reforma prejudicial. “Não é justo com as mulheres que, secularmente, mantêm a dupla jornada de atividade como profissionais e donas de casa, mães  e companheiras, não possam manter o diferencial temporal de 5 anos entre a idade ideal para obterem a aposentadoria aos 60 anos de idade”.

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NOTA DE REPÚDIO à posição do Governo do Estado em demitir funcionários não estáveis e aumento de salário para comissionados

O Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte (SINDECON/RN), Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte (SINDCONT/RN) e Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN) vêm à sociedade se pronunciar sobre a posição do Governo do Estado de demitir funcionários não estáveis e aumentar salários de cargos comissionados.

Todos os norte-rio-grandenses acompanham a deterioração fiscal do Estado, apesar de aumentos constantes de arrecadação própria, o que tem provocado desarranjo das políticas públicas estaduais, na área da saúde, educação, segurança, funcionalismo e investimento. A situação é crítica, e encontrar solução para tal é imprescindível, mas buscar a solução através da demissão de servidores públicos não estáveis não é adequada ao momento e, sim, a mais simples.

É necessário buscar conciliação que envolva a todos, de forma a trabalhar para formar um consenso e assim atingir o equilíbrio fiscal. Fazer os servidores pagarem a conta deste desequilíbrio, que eles não provocaram ao longo dos anos é, no mínimo, errônea.

Natal, 07 de março de 2017

SINDECON/RN CORECON/RN SINDCONT/RN

A UERN e sua contribuição para o desenvolvimento do RN

Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino & Emanoel Márcio Nunes
Economistas, professores e pesquisadores da UERN

Em meados do ano passado a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi injustamente acusada pelo então presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) como sendo a causa preponderante da crise fiscal do nosso estado. O argumento defendido desembocava em uma proposta descabida de privatização da instituição, que, felizmente, foi fortemente combatida e rechaçada pela sociedade norte-rio-grandense. Tal reação social em defesa da UERN é plenamente justificada, pois ela deve ser considerada não como a “causa” da crise, e, sim, como um instrumento valioso para ajudar o RN a enfrentar os desafios socioeconômicos que estão postos.

Com efeito, além de seu inquestionável papel positivo na formação superior de recursos humanos em várias áreas do conhecimento, a UERN tem um potencial adormecido no que diz respeito à pesquisa e à extensão universitárias ainda pouco ou quase nunca aproveitado pelos governos do RN, quer seja na capital do estado, quer seja nos municípios.

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CORECON-RN participa de aula inaugural da UFRN com tema “Encruzilhada da Economia Brasileira”

“Encruzilhada da Economia Brasileira” é tema de aula inaugural do Curso de Economia 2017 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN que teve início ontem (23), com palestra do professor Marcelo Dias Carcanholo, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Uma parceria do Conselho de Economia – CORECON/RN e do Sindicato dos Economistas – SINDECON/RN com o Departamento de Economia da Universidade – DECO/CCSA. Leia Mais

Aglomeração Espacial do Emprego Formal da Indústria de Produtos Minerais não Metálicos no Rio Grande do Norte 1990 – 2010 com base na Metodologia do Índice de Hoover

Por Osmar Faustino de Oliveira

Economista

osmarfaustino@yahoo.com.br

 

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo quantificar as aglomerações industriais no Rio Grande do Norte nos anos 1990, 2000 e 2010. Para isso foi preciso utilizar o coeficiente locacional de Hoover, que mostra o índice de especialização dos segmentos industriais.

A capital do Rio Grande do Norte é Natal, o estado tem clima tropical úmido, com temperatura média de 28 graus e mais de 300 dias de sol por ano. Quem nasce no estado é considerado potiguar ou norte-rio-grandense. A área (km²): 52.811,047 com um total de domicílios: 899.498 a densidade demográfica (hab/km²): 59,99. O número de Municípios do estado é de 167 segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O mundo do trabalho ao longo dos anos vem sofrendo modificações na estrutura produtiva. Segundo Paixão (2012), o aumento da população, aumento dos salários, aumento dos aluguéis e a violência urbana geram um processo de desconcentração industrial. Com a desconcentração, é preciso então que novas formas de aglomerações bem estruturadas sejam estabelecidas em outras regiões, ou seja, novas empresas atuem em outras regiões. Essas aglomerações são o resultado da difusão do conhecimento, do crescimento da expansão do mercado, da disponibilidade de recursos e expansão da infraestrutura, recriando assim novas formas de concentração nas quais estão as aglomerações produtivas localizadas, ou simplesmente cluster.

Leia artigo na íntegra: QL – RN Resumido

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Uma comparação da quantidade de empregos formais e de estabelecimentos da Construção Civil nos anos de 2010 e 2015 no Rio Grande do Norte

Artigo

por Osmar Faustino de Oliveira

Economista graduado pela UFRN

osmarfaustino@yahoo.com.br

 

A indústria da construção civil no país, é crescente e infere no desenvolvimento econômico para a geração de emprego. Portanto, é uma atividade que encontra-se relacionada a diversos fatores do setor que contribui para o desenvolvimento regional.  Como a geração de empregos e mudanças para a economia, ou seja, a elevação PIB e tendo em vista seu considerável nível de investimentos e seu efeito multiplicador sobre o processo produtivo (OLIVEIRA, 2012).

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Uma comparação da quantidade de empregos formais da Construção Civil nos anos de 2010 e 2015 no Rio Grande do Norte

 

Foto: Internet