Artigo – Aumento de imposto é a solução?

Artigo

Por Ricardo Valério Costa Menezes

(Presidente CORECON/RN)

Aumento de imposto é a solução?

População menos privilegiada é quem paga a conta

Aumentar impostos sobre combustíveis no momento em que a economia iniciava discretos sinais de retomada do crescimento e com a inflação em queda se dá  muito mais pela forte recessão do que pelos acertos na condução da política econômica. É algo totalmente condenável. O nefasto aumento dos tributos e os contingenciamentos de recursos anunciados de R$ 5,9 milhões e que já acumulam R$ 44,9 milhões pode afetar o desempenho da economia como um todo, além de piorar a qualidade dos serviços públicos (entre eles, a saúde, a educação e a segurança).

Os impactos dos R$ 0,41 e R$ 0,21 sobre a gasolina e o diesel, respectivamente, irão repercutir fortemente no repasse dos preços sobre os transportes particulares e de cargas. E no nosso país, mais de 80% dos produtos que chegam às mesas das famílias brasileiras são através do transporte rodoviário. Ou seja, vai refletir nos demais setores.

 

Foto: Elpídio Júnior

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Artigo: O setor terciário no município de Pedro Velho/RN

 

Por: Osmar Faustino de Oliveira
(Economista graduado pela UFRN
Mestrando em Desenvolvimento Urbano – UFPE)

osmarfaustino@yahoo.com.br

O Produto Interno Bruto da economia, está concentrado no setor de serviços. O município de Pedro Velho possui um forte agrupamento neste setor. O município conta com um forte apoio da prefeitura municipal, pois emprega grande parte da população. A cidade também conta com um forte empregador de mão-de-obra, que são os pequenos comércios e supermercados. O município conta dez estabelecimentos. O setor terciário mostra crescente relevância na economia brasileira, ao evoluir junto com o aumento da renda e o desenvolvimento econômico e social verificados nos últimos anos, bem como ao constituir setor fundamental de expansão das atividades empresariais. A evolução do PIB brasileiro tem sido influenciada significativamente pelo setor terciário.

Confira artigo na íntegra: O setor terciário no município de Pedro Velho

Professor de economia da UERN tem artigo publicado no periódico indiano “Review of Agrarian Studies”

O professor Joacir Rufino de Aquino, do Curso de Economia da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN/Campus de Assú e Delegado do Conselho Regional de Economia- CORECON/RN, é um dos autores do artigo “Recent Social Policies and Rural Development in Brazil: The Family Allowance Programme in Rural Areas”, publicado na edição do primeiro semestre da “Review of Agrarian Studies”.

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Delegado do CORECON/RN em Assú profere palestra no “II Fórum Social e Sustentável do Vale do Açu”

O “II Fórum Social e Sustentável do Vale do Açu”, que aconteceu na última sexta-feira (23), no auditório do Campus da Universidade Estadual  (UERN) em Assú – RN, teve como palestrante o economista e Delegado do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON/RN, Joacir Rufino de Aquino, abordando ‘Evolução e Desafios da Agropecuária do Vale do Açu’.

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Artigo: Incertezas políticas não asseguram retomadas do crescimento econômico

Embora o crescimento do PIB em 1% seja uma notícia alentadora para a economia nacional no primeiro trimestre 2017, após 8 semestres sucessivos de perdas, ainda assim, diante do cenário de absoluta incerteza de nossa política a partir das delações dos irmãos da JBS, desestabilizando o Governo do Presidente Michel Temer, os economistas recomendam muita cautela, para não sairmos assegurando com convicção  que conquistamos o fim da recessão que derrete a economia brasileira há 2 anos.   Leia Mais

Perspectiva de Desenvolvimento Econômico e Social no município de Pedro Velho/RN

Artigo

Por

Osmar Faustino de Oliveira

Economista

 

O desenvolvimento econômico pode ser definido como uma mudança estrutural, ou seja, o desenvolvimento é uma transformação na relação e nas proporções internas do sistema econômico. A sociedade é caracterizada por um conjunto econômico complexo que traduz formas econômicas e sociais diversas. Desse modo, o desenvolvimento econômico ocorre quando o aumento permanente na produtividade média do trabalho se assimila a essa estrutura complexa (QUEIROZ, 2011).

O desenvolvimento é considerado como um resultado do crescimento econômico seguido de melhoria na qualidade de vida de uma sociedade, ou seja, aumento do Produto Interno Bruto e a eficiência na alocação de recursos pelos diversos setores da economia, melhorando o bem-estar econômico e social da população. A redução da pobreza, do desemprego e das desigualdades e aumentos nas condições de saúde, na alimentação, educação e moradia, são considerados melhorias no desenvolvimento (OLIVEIRA, 2002).

Lei artigo completo: Perspectiva de Desenvolvimento Econômico e Social no município de Pedro Velho

A dinâmica da produção de melão no RN

 Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino

(Economista, professor e pesquisador da UERN)

José Aldemir Freire

(Economista e Chefe da Unidade Estadual do IBGE no RN)

A produção de melão irrigado cresceu substancialmente no Brasil nos últimos 20 anos. Segundo a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, se no ano de 1995 os agricultores brasileiros produziram 159.267 toneladas da fruta, em 2015 o número saltou para 521.596 toneladas, o que representa um crescimento de 227%. Esse ganho de produção ocorreu,principalmente,pela expansão das lavouras na região Nordeste, aonde se concentra a maior área cultivada dessa fruta no país.

Entre os estados nordestinos, os dois principais produtores são o Ceará e o Rio Grande do Norte (RN), que lidera o ranking nacional na produção e na quantidade exportada de melões. Juntos, eles respondem por praticamente 75%da produção brasileira, conforme a fonte citada anteriormente.

A produção média de melão no RN, de forma isolada, tem se mantido em torno de metade do total nacional ao longo da série estatística analisada (1995-2015). Recentemente, contudo, a sua participação percentual foi ampliada pela migração de empresas do Ceará, alcançando a cifra de 52% no final de 2015. A queda da produção do Ceará e sua consequente migração para as terras potiguares se deveu à crise hídrica naquele estado, que tem sido mais grave do que nas áreas produtoras norte-rio-grandenses.

Leia artigo completo: Joacir e Aldemir 2017_Dinâmica produção de melão no RN

Dia Internacional da Mulher: CORECON se posiciona sobre idade da aposentadoria e salários da mulher no Brasil

Na passagem do “Dia Internacional da Mulher”, comemorado em 08 de março, o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON-RN se posiciona contra a idade para aposentadoria das mulheres aos 65 anos, mesma idade proposta  para os homens pela reforma da Previdência,  defendida pelo Governo Federal em curso na Câmara Federal.

Para Ricardo Valério, presidente do CORECON-RN, essa é uma reforma prejudicial. “Não é justo com as mulheres que, secularmente, mantêm a dupla jornada de atividade como profissionais e donas de casa, mães  e companheiras, não possam manter o diferencial temporal de 5 anos entre a idade ideal para obterem a aposentadoria aos 60 anos de idade”.

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NOTA DE REPÚDIO à posição do Governo do Estado em demitir funcionários não estáveis e aumento de salário para comissionados

O Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte (SINDECON/RN), Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte (SINDCONT/RN) e Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN) vêm à sociedade se pronunciar sobre a posição do Governo do Estado de demitir funcionários não estáveis e aumentar salários de cargos comissionados.

Todos os norte-rio-grandenses acompanham a deterioração fiscal do Estado, apesar de aumentos constantes de arrecadação própria, o que tem provocado desarranjo das políticas públicas estaduais, na área da saúde, educação, segurança, funcionalismo e investimento. A situação é crítica, e encontrar solução para tal é imprescindível, mas buscar a solução através da demissão de servidores públicos não estáveis não é adequada ao momento e, sim, a mais simples.

É necessário buscar conciliação que envolva a todos, de forma a trabalhar para formar um consenso e assim atingir o equilíbrio fiscal. Fazer os servidores pagarem a conta deste desequilíbrio, que eles não provocaram ao longo dos anos é, no mínimo, errônea.

Natal, 07 de março de 2017

SINDECON/RN CORECON/RN SINDCONT/RN

A UERN e sua contribuição para o desenvolvimento do RN

Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino & Emanoel Márcio Nunes
Economistas, professores e pesquisadores da UERN

Em meados do ano passado a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi injustamente acusada pelo então presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) como sendo a causa preponderante da crise fiscal do nosso estado. O argumento defendido desembocava em uma proposta descabida de privatização da instituição, que, felizmente, foi fortemente combatida e rechaçada pela sociedade norte-rio-grandense. Tal reação social em defesa da UERN é plenamente justificada, pois ela deve ser considerada não como a “causa” da crise, e, sim, como um instrumento valioso para ajudar o RN a enfrentar os desafios socioeconômicos que estão postos.

Com efeito, além de seu inquestionável papel positivo na formação superior de recursos humanos em várias áreas do conhecimento, a UERN tem um potencial adormecido no que diz respeito à pesquisa e à extensão universitárias ainda pouco ou quase nunca aproveitado pelos governos do RN, quer seja na capital do estado, quer seja nos municípios.

Leia na íntegra: A UERN e sua contribuição para o desenvolvimento do RN