CORECON/RN analisa ‘Radiografia do Endividamento Das Famílias’ realizada pela FecomércioSP

Artigo por Ricardo Valério De Costa Menezes
(Presidente do CORECON/RN)

Natal aparece como a quinta cidade com maior endividamento do país

É preocupante a avaliação do cenário da pesquisa divulgada pela FecomércioSP – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, no dia 29 de setembro, ainda que se reportem a dados apurados em 2016, mas seguramente não devemos ter evoluído.

É até provável que estejamos indo de encontro e em um estágio pior, devido ao prolongamento dos atrasos dos salários e, como se não bastasse, tem a Prefeitura Municipal do Natal que vem pagando, também, em atraso, embora em menor escala se comparado ao Governo.

Entre as tantas conclusões, dos múltiplos números levantados com base em dados do Banco Central do Brasil e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que sinalizaram a capital do Rio Grande do Norte como a quinta mais endividada do país, sendo em média 75% da população com dívidas registradas. Na visão do CORECON, destacam-se as seguintes observações: Leia Mais

Artigo – A Previdência Rural e sua Importância para as Famílias Pobres no Nordeste: Resultados de um estudo de caso no Rio Grande do Norte

Por
Rusiano Paulino de Oliveira (Economista. Especialista em Geo-História do Rio Grande do Norte (UERN). Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Estudos Urbanos e Regionais (PPEUR/UFRN). rusiano.paulino@gmail.comJoacir Rufino de Aquino (Economista. Mestre em Economia Rural e Regional (UFCG). Professor Adjunto IV do Curso de Economia da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN/Campus de Assú). joaciraquino@yahoo.com.br )

1 Introdução

A Previdência Social no Brasil, apesar de ter surgido na década de 1920, apresentou um baixo grau de atendimento da população do campo durante boa parte do século XX. Na verdade, somente com a promulgação da Constituição Federal de 1988 e a implementação das leis de custeio da seguridade social ainda no governo do presidente Fernando Collor de Mello é que se verifica a extensão de seus benefícios para os trabalhadores rurais e para o segmento da agricultura familiar (BELTRÃO; OLIVEIRA; PINHEIRO, 2000; DELGADO; CARDOSO JR., 2001). Leia Mais

Publicação – O Financiamento Público da Produção Agroecológica e Orgânica no Brasil: Inovação Institucional, Obstáculos e Desafios

O professor Joacir Rufino de Aquino, do Curso de Economia da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN/Campus de Assú e Delegado do Conselho Regional de Economia- CORECON/RN teve artigo publicado no livro do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), sobre “A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica no Brasil”. Joacir, junto a Márcio Gazolla (UTFPR) e Sérgio Schneider (UFRGS) escreveram o capítulo 6 do livro, que trata das linhas de crédito destinadas ao financiamento da produção de alimentos agroecológicos e orgânicos no país.

ConfiraO Financiamento Público da Produção Agroecológica e Orgânica no Brasil Inovação Institucional – Obstáculos e Desafios

Livro na íntegra: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/144174_politica-nacional_WEB.PDF

Artigo – Será que o Brasil tem solução?

 

Por Osmar Faustino de Oliveira
(Economista graduado pela UFRN; Mestrando em Desenvolvimento Urbano – UFPE)

Vivemos uma crise econômica que está afetando todo o país, cada brasileiro está sentindo na pele o que está ocorrendo no país. Mas não é só isso! Essa crise tem origem da crise política na qual o Brasil se encontra. Os governantes do nosso país não estão de fato colaborando para o desenvolvimento da nação. Existe muitos atores envolvidos, a falsa mídia comprada pelos donos do dinheiro, querendo alienar as pessoas do que é certo e errado, os políticos corruptos comprados pelos dono do dinheiro, é uma calamidade que está afetando todo mundo. Leia Mais

Artigo – Governo quer cortar R$ 10,00 do salário mínimo, mas não cobra bilhões dos grandes devedores

 

Governo quer cortar R$ 10,00 do salário mínimo, mas não cobra bilhões dos grandes devedores

É justo? É moral?

Por Ricardo Valério

(Presidente do CORECON/RN)

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meireles, sinalizou na semana passada que o salário mínimo, pelas regras atuais, deva sofrer uma redução de R$ 10,00 no valor da sua correção estimada para vigorar a partir de primeiro de Janeiro de 2018. O valor deve ficar abaixo, inclusive, das previsões do próprio Governo Federal, inserida na Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO, encaminhada para aprovação no Congresso Nacional.

Diante desse cenário, o Governo Temer deve ter uma melhor reflexão já que cobra muito timidamente dos grandes devedores nacionais (que devem mais de um trilhão de reais em tributos federais vencidos), mas está prestes a sacrificar os 45 milhões de trabalhadores, que recebem um salário mínimo,  diminuindo míseros R$ 10,00 sobre a estimativa do mínimo para 2018. Defendemos que, através de uma proposição de medida provisória, sejam mantidas as previsões iniciais anunciadas de um salário mínimo de R$ 979,00, ficando os R$ 10,00 como ganho real acima da correção pela atual regra. Leia Mais

Artigo – Aumento de imposto é a solução?

Artigo

Por Ricardo Valério Costa Menezes

(Presidente CORECON/RN)

Aumento de imposto é a solução?

População menos privilegiada é quem paga a conta

Aumentar impostos sobre combustíveis no momento em que a economia iniciava discretos sinais de retomada do crescimento e com a inflação em queda se dá  muito mais pela forte recessão do que pelos acertos na condução da política econômica. É algo totalmente condenável. O nefasto aumento dos tributos e os contingenciamentos de recursos anunciados de R$ 5,9 milhões e que já acumulam R$ 44,9 milhões pode afetar o desempenho da economia como um todo, além de piorar a qualidade dos serviços públicos (entre eles, a saúde, a educação e a segurança).

Os impactos dos R$ 0,41 e R$ 0,21 sobre a gasolina e o diesel, respectivamente, irão repercutir fortemente no repasse dos preços sobre os transportes particulares e de cargas. E no nosso país, mais de 80% dos produtos que chegam às mesas das famílias brasileiras são através do transporte rodoviário. Ou seja, vai refletir nos demais setores.

 

Foto: Elpídio Júnior

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Artigo: O setor terciário no município de Pedro Velho/RN

 

Por: Osmar Faustino de Oliveira
(Economista graduado pela UFRN
Mestrando em Desenvolvimento Urbano – UFPE)

osmarfaustino@yahoo.com.br

O Produto Interno Bruto da economia, está concentrado no setor de serviços. O município de Pedro Velho possui um forte agrupamento neste setor. O município conta com um forte apoio da prefeitura municipal, pois emprega grande parte da população. A cidade também conta com um forte empregador de mão-de-obra, que são os pequenos comércios e supermercados. O município conta dez estabelecimentos. O setor terciário mostra crescente relevância na economia brasileira, ao evoluir junto com o aumento da renda e o desenvolvimento econômico e social verificados nos últimos anos, bem como ao constituir setor fundamental de expansão das atividades empresariais. A evolução do PIB brasileiro tem sido influenciada significativamente pelo setor terciário.

Confira artigo na íntegra: O setor terciário no município de Pedro Velho

Professor de economia da UERN tem artigo publicado no periódico indiano “Review of Agrarian Studies”

O professor Joacir Rufino de Aquino, do Curso de Economia da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN/Campus de Assú e Delegado do Conselho Regional de Economia- CORECON/RN, é um dos autores do artigo “Recent Social Policies and Rural Development in Brazil: The Family Allowance Programme in Rural Areas”, publicado na edição do primeiro semestre da “Review of Agrarian Studies”.

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