Publicação – O Financiamento Público da Produção Agroecológica e Orgânica no Brasil: Inovação Institucional, Obstáculos e Desafios

O professor Joacir Rufino de Aquino, do Curso de Economia da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN/Campus de Assú e Delegado do Conselho Regional de Economia- CORECON/RN teve artigo publicado no livro do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), sobre “A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica no Brasil”. Joacir, junto a Márcio Gazolla (UTFPR) e Sérgio Schneider (UFRGS) escreveram o capítulo 6 do livro, que trata das linhas de crédito destinadas ao financiamento da produção de alimentos agroecológicos e orgânicos no país.

ConfiraO Financiamento Público da Produção Agroecológica e Orgânica no Brasil Inovação Institucional – Obstáculos e Desafios

Livro na íntegra: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/144174_politica-nacional_WEB.PDF

Delegado do CORECON/RN em Assú profere palestra no “II Fórum Social e Sustentável do Vale do Açu”

O “II Fórum Social e Sustentável do Vale do Açu”, que aconteceu na última sexta-feira (23), no auditório do Campus da Universidade Estadual  (UERN) em Assú – RN, teve como palestrante o economista e Delegado do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON/RN, Joacir Rufino de Aquino, abordando ‘Evolução e Desafios da Agropecuária do Vale do Açu’.

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O Emprego Formal no Estado do Rio Grande do Norte 2010-2015

Osmar Faustino de Oliveira

Economista – Graduado na UFRN

 

Introdução

A classe trabalhadora no século XXI, em íntegra era da globalização, fragmentada, como também mais heterogênea e ainda mais diversificada. Pode-se verificar, uma detrimento significativo de direitos e de sentidos, em reciprocidade com o caráter destrutivo do capital vigente (ANTUNES, 2004).

O Mercado de trabalho é a relação entre a oferta de trabalho e a busca de trabalhadores, e o conjunto de pessoas ou empresas que em época e lugar determinados, provocam o surgimento e as condições dessa relação. O Trabalho Mutável pode ser percebido a partir de óticas diferentes. Assim, trata-se de uma categoria mutável, mesmo considerando exclusivamente o pensamento ocidental. Múltiplas interpretações, o ato de trabalhar é concebido e assimilado de acordo com os padrões vigentes em cada sociedade e há uma multiplicidade de interpretações (APOLINÁRIO, 2013).

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Carta do SINCE 2016 sobre conjuntura política e econômica do país

Carta do XXV SINCE foi aprovada na Plenária Final do evento, pelos delegados dos Conselhos Regionais presentes. Segue, abaixo, o documento na íntegra

Diante do grave momento político vivido pelo País, os economistas brasileiros reunidos em Natal, no XXV Simpósio das Entidades de Economistas – SINCE, de 31 de agosto a 2 de setembro, dividem-se na sua avaliação sobre os aspectos políticos do processo de afastamento da Presidente da República, mas o Sistema Cofecon/Corecon’s, representativo dos 230 mil economistas do País, concentra suas atenções nos desdobramentos econômicos e sociais da mudança de governo.

O Brasil precisa retomar o quanto antes o crescimento econômico, mas não a qualquer preço, e sim preservando a inclusão social e avançando na distribuição social e espacial da renda. Leia Mais

Artigo – O PIB e as desigualdades econômicas no Rio Grande do Norte

Por Joacir Rufino de Aquino
(Economista, professor e pesquisador da UERN)

O fraco desempenho da economia do Rio Grande do Norte (RN) nos últimos anos tem causado preocupação em vários setores da sociedade. O próprio Governador Robinson Faria, quando ainda não ocupava o atual cargo de poder, externou sua inquietação sobre o assunto em um artigo publicado na imprensa local, com o sugestivo título: “PIB no RN é Produto Interno Baixo” (Tribuna do Norte, 13/01/2013, p. 2). Na sua opinião, a letargia da administração estadual da época não favorecia o avanço e eram necessários investimentos de peso para acelerar o ritmo de crescimento da produção de riqueza potiguar.

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Artigo – O desemprego no Brasil e no Rio Grande do Norte

Por Aluísio Alberto Dantas 1

O emprego da mão de obra é destacado como importante elemento de política socioeconômica por tratar-se da condição em que o homem encontra a sua dignidade no exercício do trabalho humano. O trabalhador empregado é o agente econômico transformador de riquezas e de bem estar social, produz bens e serviços demandados pelo mercado e indispensáveis às necessidades humanas e gera o fluxo de renda que permita a manutenção pessoal e familiar.

O trabalho é um direito fundamental do homem, pois é necessário para formar e manter uma família, ter direito à propriedade, ao bem comum da família humana e à justiça social. A desocupação do trabalhador, ao contrário, é uma condição que compromete a dignidade humana, a justiça social e contribui para o desequilíbrio dos mercados de bens, serviços, fatores de produção e da “sociedade doméstica”. A desocupação da mão de obra reduz o fluxo de renda e o poder de compra das pessoas, podendo comprometer o consumo e a aquisição dos meios de subsistência das famílias, influenciar situações de conflitos e de crises pessoais e cujas repercussões podem ser negativas em atitudes psicossociais e para o equilíbrio social.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 19/5/2016, a ‘Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua’ sobre o mercado de trabalho brasileiro no 1º trimestre de 2016. São informações que contribuem para o estudo do desenvolvimento socioeconômico, por expressar a realidade da inserção da população no mercado de trabalho, suas diversas características principais e outras formas de trabalho, tais como o trabalho infantil, migração, habitação, fecundidade, nupcialidade etc. As informações da PNAD foram coletadas em 211 mil domicílios de todo o território brasileiro e descrevem indicadores que foram desenvolvidos com base em novos conceitos, definições e nomenclaturas de acordo com as recomendações da Organização Internacional do Trabalho – OIT, adotadas na última Conferência Internacional dos Estatísticos do Trabalho. 2

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