Páscoa com sabor mais amargo

Nesta sexta-feira (2) Santa, o Superintendente do Corecon-RN, o economista Ricardo Valério, no jornal RN 2ª Edição/Intertv comentou sobre o momento vivido neste período de páscoa. Logo na abertura deixou claro as dificuldades enfrentadas pelos consumidores e comerciantes: “Com toda certeza teremos uma páscoa menos doce este ano, e o varejo vai ter se contentar com um resultado mais para meio amargo do que para as doçuras dos chocolates”, frisou Ricardo.

As pesquisas da Confederação Nacional do Comércio sinalizam o menor resultado desde de 2008, com exceção dos supermercados que terão vendas ainda em alta, pois muitos consumidores vão as compras nas grandes redes.

As restrições de acesso às lojas especializadas em chocolates, vão incentivar o comércio digital, mas com toda certeza teremos uma queda nas vendas já sinalizada pelo CNC de 2.2% menor do que 1.6 bi de 2020 e não só no mercado de chocolates, mas também nos demais produtos da semana santa e da páscoa, como nos pescados, vinhos e ovos de páscoa.

O Superintendente do Corecon-RN, sugeriu aqueles que gostam de presentear: “Se seu presenteado concordar, uma dica importante: deixe para presenteá-los somente no domingo a tarde ou na segunda-feira com ovos de páscoa, pois você comprará o mesmo com cerca de 50% ou mais de descontos. Outra dica e até uma recomendação aos nossos consumidores: Procurem dar preferência a comprar ovos artesanais e caseiros.

Além de serem muitos saborosos e com maior teor de chocolate você vai está contribuindo com um empreendedor local e gerando a circulação da renda em seu próprio estado e valorizando centenas de produtores caseiros”, explicitou Ricardo Valério.

Ovos de páscoa

Torne sua páscoa mais doce e feliz. Compre ovos de páscoa artesanais de empreendedores locais, que além de serem mais saborosos que os industrializados, você ainda estará contribuindo para o fortalecimento da economia local e regional. E lembre-se: sempre que possível compre na sua cidade ou bairro e fortaleça o mercado da sua região e as mercadorias produzidas em terras potiguar. Compre o quê é daqui.

Carta aberta em defesa do IBGE e do Censo

O Censo Demográfico é a principal fonte de informações sobre a população do Brasil. O Censo registra as características principais de cada cidadão, de cada família, de cada domicílio; é o retrato da população do país. O Censo organiza os dados da maneira mais detalhada e precisa para subsidiar as políticas públicas, a gestão pública e a própria política nos níveis local, regional e federal. Leia Mais

A IMPORTÂNCIA DAS ÁRVORES NO ESPAÇO URBANO DAS CIDADES DO SEMIÁRIDO

Joacir Rufino de Aquino & Raimundo Inácio da Silva Filho (Professores e pesquisadores da UERN)

29 de março de 2021 – Jornal o Mossoroense

Nos últimos 50 anos os perímetros urbanos dos municípios do Semiárido nordestino cresceram substancialmente. Hoje, a maior parte da população vive nas cidades da região. Como resultado, o meio natural foi sendo ocupado por aglomerações residenciais, comerciais e industriais. Mas entre as estruturas das paisagens de concreto e das ruas asfaltadas ou calçadas com paralelepípedos, existem ainda refúgios para as árvores. Leia Mais

Seleção Estágio – SEBRAE/RN – Escritório Regional do Alto Oeste

O SEBRAE/RN – Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte comunica abertura de seleção para contratação de estagiários para o Escritório Regional do Alto Oeste, com sede em Pau dos Ferros/RN. 

Poderão concorrer os estudantes matriculados nos Cursos de ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS, CIÊNCIAS ECONÔMICAS e LETRAS. Os cursos que possuem modalidade semipresencial também poderão participar.

Os interessados deverão preencher e enviar este formulário até o dia 30/03/2021 (terça-feira), até às 18:00 horas. Leia Mais

Em entrevista, Lacerda defende vacinação e reforma tributária

25 de março de 2021

O presidente do Cofecon, Antonio Corrêa de Lacerda, falou em entrevista ao portal iG sobre os efeitos da pandemia de covid-19 na economia. A matéria teve como título “Sem auxílio, sem comida, sem solução à vista: fome assola Brasil na pandemia” e abordou a queda na renda das famílias, muito afetada pela crise, elevando a extrema pobreza e, por consequência, a fome.

Para Lacerda, o auxílio emergencial ameniza a situação financeira das famílias, mas o aumento da fome deve-se, fundamentalmente, à recessão. “Desde 2015, praticamente, nós estivemos em recessão ou baixíssimo crescimento econômico. Nesses anos todos 2017, 18 e 19 a economia cresceu um pouco mais de um por cento ao ano. Mas a queda que ocorreu nos outros anos foi muito maior. Então, o resultado disso foi um aumento do desemprego”, afirmou o presidente do Cofecon ao iG. Leia Mais