CORECON-RN RECEBE PRIMEIRO CANDIDATO A GOVERNADOR EM BUSCA DE DIAGNÓSTICOS DOS ECONOMISTAS POTIGUARES

O candidato ao Governo do Estado pelo partido Solidariedade o engenheiro civil Breno Queiroga, foi primeiro a buscar recomendações do Conselho Regional de Economia, que está se colocando à disposição de todos os candidatos que desejarem compartilhar das ideias e recomendações que o CORECON-RN e seus Economistas, julgam como necessárias para o próximo Governo do Estado, volte a ter um planejamento básico do RN e que promova o urgente reequilíbrio das contas públicas do Estado, que estão próxima do caos e insustentável para uma gestão saudável do Estado Potiguar.

De conformidade com as experiências e vivências dos Economistas do RN, e diante das enumeras potencialidades do Estado, o Corecon-RN, sinaliza alguns medidas necessárias, para modernização e choque de gestão que o próximo Governador terá que fazer, para voltar a equilibrar o enorme déficit fiscal do Estado e ter capacidade de realizar novos investimentos seletivos,  em áreas com reais potencialidade no RN.

Os economistas, entre outras ponderações, têm mostrado que o Estado pode voltar a ter um planejamento de médio e longo prazo, prática que os últimos Governadores, não fizeram, sendo que o último a realizar uma saudável e planificação do Rio Grande Norte, possivelmente tenha sido o saudoso ex-governador Dr. Cortez Pereira.

O Presidente do Corecon-Rn, Ricardo Valério, lembrou que naquela época existia o IDEC e CEPA, que juntos a uma boa equipe de Economistas lotados na Secretaria de Planejamento, faziam a atribuição de pensar um RN mais próspero.

De lá para cá, os governos têm sido muito convencionais e sempre apagando incêndio, com o foco em gerar recursos para pagar a folha de pagamento, ainda assim, com atrasos e com quase zero de capacidade de investimento e de gestão do Estado.

Se faz necessário, a repactuação dos repasses das receitas líquidas do Estado, não é de bom que o Judiciário e legislativo recebam “de forma injustificável, numa proporção superior à média nacional, sendo essa um dos principais motivos para o enorme déficit fiscal e atraso na folha de salário dos servidores.

O próximo governador, terá que tratar logo nos primeiros dias do seu governo a repactuação desde percentuais, para não ficar refém dos dois outros poderes pelos próximos 4 anos, a exemplo que vem acontecendo com os últimos governadores. A adequação e enxugamento da máquina pública do Estado, em busca de uma melhor eficiência, com fusão de secretarias e extinção de órgãos com ações paralelas, sem que isto represente despensa de servidores, que seriam realocados, acabando com parte da força de trabalho dos contratos terceirizados,  uma verdadeira mala preta que pesa nas despesas do Estado e para completar não aparecem com clareza no portal do Estado. “Temos que fazer uma melhor Administração da nossa Previdência, que tem um déficit mensal de mais de 100 milhões de reais, desmembrando inclusive as carteiras das Previdências dos três poderes, que hoje abrem um buraco sem fundo para o IPE, quando os servidores dos poderes judiciários e Legislativo com seus altos salários, que ao se aposentarem, a conta cai nas costas do poder Executivo, que é quem fica cobrindo o déficit do caixa do IPE, agora inclusive agravado mais ainda, já que as reservas foram usadas pelos dois últimos governos. É notório a falta de um planejamento dos últimos governos, com o foco nas reais potencialidades do nosso Estado, criando infraestrutura para potencialização do nosso Turismo, fruticultura, da promissora Eólicas, da mineração, pesca e dos muitos potenciais regionais pelo interior do Estado”, conclui Ricardo, Presidente do Conselho Regional de Economia.

 

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