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Legislação

Serviços ligados ao Estado serão fonte de emprego, diz economista
27 de January de 2012

Lawrence Summers vê a criação de vagas nos setores de educação e saúde superar a nos mais dinâmicos e produtivos

 DAVOsummers_lawrenceS - No capitalismo do século 21, em países adiantados como os Estados Unidos, os setores mais dinâmicos e produtivos não serão a principal fonte de criação de emprego, mas sim serviços como saúde e educação, ligados ao Estado. A avaliação, que vai na direção contrária ao que a maior parte dos altos executivos e empresários no Fórum Econômico Mundial acha e defende, foi feita quinta-feira, 26, por Lawrence Summers, de Harvard, um dos economista mais respeitados do mundo.

Ex-secretário do Tesouro americano do presidente Bill Clinton, ex-principal conselheiro econômico de Barack Obama e ex-presidente de Harvard, Summers trouxe para a discussão sobre a crise do capitalismo um ângulo incômodo para a elite que frequenta Davos. O que não falta aqui, nas análises sobre o alto nível de desemprego dos países ricos, são recomendações de flexibilização trabalhista e estímulos à inovação e ao empreendedorismo, para liberar o dinamismo do setor privado e a sua capacidade de produzir empregos.

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Clipagem Economia - 27/01/2012
27 de January de 2012

DESTAQUE

cedulass

Arrecadação federal foi a maior da história em 2011 (Veja)

Os brasileiros pagaram uma quantia recorde de impostos e contribuições no ano passado. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Receita Federal, a arrecadação federal somou 969,907 bilhões de reais no ano passado.

O volume representou um crescimento de 143,388 bilhões de reais em relação ao verificado em 2010, que já havia sido o maior da história até então, quando totalizou 897,988 bilhões de reais.

A arrecadação do ano passado registrou uma alta real de 10,10% em relação ao ano anterior. O crescimento ficou abaixo da projeção feita pelo Fisco para 2011, que era um intervalo de alta entre 11,00% e 11,50%.

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Presidente Airton Soares Costa prestigia posse da diretoria do CAMEAM
26 de January de 2012

palestraNo último dia 19, o Campus Avançado Professora Maria Elisa de Albuquerque Maia (CAMEAM), em Pau dos Ferros-RN, empossou nova diretoria. O CAMEAM terá como diretor o professor Gilton Sampaio de Souza e a professora, economista Vanuza Maria Pontes Sena como vice-diretora.

Gilton Sampaio substitui o professor Lisboa Batista, Conselheiro e Delegado Efetivo do CORECON-RN, que ocupou o cargo na condição de diretor Pró-tempore. Em seu discurso de despedida, Lisboa Batista fez uma prestação de contas do seu mandato. 

A convite da organização do evento, o Presidente do Conselho Regional de Economia (CORECON-RN), Airton Soares Costa, esteve na solenidade de posse, que contou com a participação de autoridades locais, como o prefeito Leonardo Rego, e também da comunidade acadêmica.

No dia seguinte, o Presidente Airton proferiu palestra na UERN de Mossoró, debatendo o tema "Mercado de Trabalho para o Economista". A palestra contou com a presença de alunos e professores da Universidade. Logo após, o Presidente reuniu-se com os Professores do Departamento de Economia daquela instituição para discutir sobre as propostas de trabalho para o ano de 2012.  

"Foi das mais expressivas solenidades a posse da nova direção do CAMEAM da UERN  na cidade de Pau dos Ferros, e motivo de muita satisfação para o CORECON-RN, pois teremos uma participação ativa, uma vez que a vice-diretora, professora Vanuza Sena é economista filiada ao nosso CORECON-RN. Contaremos com a vice-diretora para efetuarmos eventos de interesse da nossa classe na região oeste, destacamos também a liderança do professor Gilton Sampaio, eleito diretor deste centro avançado e contamos com o mesmo para as nossas futuras iniciativas.

Positiva também foi a acolhida do Reitor Professor Milton Marques, quando na oportunidade tratamos de parcerias que futuramente serão consolidades entre o CORECON-RN e a UERN", enfatizou o Presidente do CORECON-RN, Airton Soares Costa. 

Veja as fotos da palestra.

 
Clipagem Economia - 26/01/2012
26 de January de 2012

DESTAQUE

capi

Brasil reforça o capitalismo de Estado? (iG)

O Brasil é o mais ambíguo dos países do mundo que adotam o chamado capitalismo de Estado, segundo uma reportagem publicada recentemente na revista britânica "The Economist".

Na reportagem, que cita economias conduzidas pelo governo, o modelo brasileiro é descrito como uma mistura práticas liberais com práticas mais intervencionistas, adotadas em outros dois países emergentes como o Brasil: a Rússia e a China.

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Os economistas, a mídia e o prolongamento da crise
25 de January de 2012
* J. Carlos de Assis
 
 
crise
 
A economia política, que desde quando abandonei o jornalismo diário tornou-se minha atividade principal, apresenta-se hoje como a mais desacreditada profissão do mundo. Isso tem a ver, naturalmente, com a incrível incompetência com que a corrente principal dos economistas de mercado, na maioria neoliberais, está lidando nos países avançados com a crise financeira iniciada em 2007. Mas tem a ver, entre nós, com o papel que os economistas neoliberais assumiram como mediadores hegemônicos entre o mercado e a grande mídia.

No meu tempo de repórter, redator e subeditor de Economia do Jornal do Brasil, não me lembro de uma única vez em que, pessoalmente, ou através de outro repórter, tenha pedido opinião de economista de banco sobre algum tema relevante da área. O mesmo aconteceu, depois, quando me tornei jornalista econômico da Folha de S. Paulo e colunista de O Globo.

A razão é muito simples: você não pode pedir para publicação opinião econômica de quem tem interesse próprio em jogo, conforme ensinava o grande John Kenneth Galbraith. É verdade que os economistas de mercado têm todo direito de emitirem opinião sobre temas econômicos e financeiros. Contudo, que o façam em artigos assinados.

Todo jornal que se preza publica ao final do artigo a profissão e o cargo do autor. O jornal que se preza faz ainda mais: limita o número e alarga a periodicidade de artigos de profissionais da economia que têm interesse próprio no jogo. Caso contrário, o jornal corre o risco de tornar-se um instrumento de especulação financeira, como tem sido comum nos últimos anos no Brasil. 
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Clipagem Economia - 25/01/2012
25 de January de 2012

DESTAQUE

sacola 

O fim das sacolas plásticas (Folha)

 

Os consumidores de São Paulo que forem a supermercados a partir desta quarta-feira (25) deverão levar suas próprias sacolas para carregar as compras. As redes não irão mais fornecer as sacolas plásticas derivadas de petróleo.

A medida é fruto de um acordo entre a Apas (Associação Paulista de Supermercados) e o governo do Estado; não tem força de lei, participa quem quer. Se algum furar não acontece nada.

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Artigo: Política Cambial
24 de January de 2012
 *Antônio Félix de Souza
 

instr_1Antes de abordar sobre a Política Cambial, é preciso definir o que é o Câmbio. O Câmbio é troca de moedas entre dois países, em nosso caso, o Brasil com o país que será feito a permutação. Por exemplo, se quero comprar uma mercadoria aos Estados Unidos, a moeda será em dólar, para isto preciso saber a sua cotação.
Mas o que é política Cambial? Qual sua importância para o exportador e para a balança de pagamentos de um país, isto é, exportação menos importação. 
A política Cambial é o instrumento da Política Econômica do governo federal que atua na valorização e desvalorização da moeda, que através da autoridade monetária, o Banco Central, intervém na taxa de câmbio.
O que é Taxa de Cambio?
É quanto reais preciso para comprar um dólar. Esta taxa interfere na balança comercial. Há dois tipos Câmbio: O Câmbio fixo, que estabelecido pelo Banco Central, e o flutuante que também é conhecido câmbio livre, este estabelecido pelo mercado, através da oferta e da demanda. Esta oferta de dólares, quem traz dólares para economia, é representada pelos os exportadores, os investidores internacionais que investem no Brasil e os turistas que vêm de fora.

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