Nota do COFECON sobre Reforma Trabalhista

O Brasil vive uma das mais graves crises de sua história. Uma década já considerada perdida, com projeção de baixo crescimento econômico para 2017, baixos investimentos, alto endividamento das famílias, elevada informalidade, desindustrialização, perda de competitividade da indústria nacional, e um contingente de mais de 12 milhões de desempregados. Nesse contexto, uma ampla agenda de reformas vem sendo proposta para a sociedade brasileira, entre elas a Reforma Trabalhista.

Sobre a questão da Reforma Trabalhista o Conselho Federal de Economia se manifesta, inicialmente defendendo a necessidade de um amplo debate com a sociedade, e elenca alguns desafios e preocupações que precisam ser observados. Leia Mais

Anuidade 2017 sem multa até final do mês e boleto através do site Corecon/RN

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Perspectiva de Desenvolvimento Econômico e Social no município de Pedro Velho/RN

Artigo

Por

Osmar Faustino de Oliveira

Economista

 

O desenvolvimento econômico pode ser definido como uma mudança estrutural, ou seja, o desenvolvimento é uma transformação na relação e nas proporções internas do sistema econômico. A sociedade é caracterizada por um conjunto econômico complexo que traduz formas econômicas e sociais diversas. Desse modo, o desenvolvimento econômico ocorre quando o aumento permanente na produtividade média do trabalho se assimila a essa estrutura complexa (QUEIROZ, 2011).

O desenvolvimento é considerado como um resultado do crescimento econômico seguido de melhoria na qualidade de vida de uma sociedade, ou seja, aumento do Produto Interno Bruto e a eficiência na alocação de recursos pelos diversos setores da economia, melhorando o bem-estar econômico e social da população. A redução da pobreza, do desemprego e das desigualdades e aumentos nas condições de saúde, na alimentação, educação e moradia, são considerados melhorias no desenvolvimento (OLIVEIRA, 2002).

Lei artigo completo: Perspectiva de Desenvolvimento Econômico e Social no município de Pedro Velho

A dinâmica da produção de melão no RN

 Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino

(Economista, professor e pesquisador da UERN)

José Aldemir Freire

(Economista e Chefe da Unidade Estadual do IBGE no RN)

A produção de melão irrigado cresceu substancialmente no Brasil nos últimos 20 anos. Segundo a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, se no ano de 1995 os agricultores brasileiros produziram 159.267 toneladas da fruta, em 2015 o número saltou para 521.596 toneladas, o que representa um crescimento de 227%. Esse ganho de produção ocorreu,principalmente,pela expansão das lavouras na região Nordeste, aonde se concentra a maior área cultivada dessa fruta no país.

Entre os estados nordestinos, os dois principais produtores são o Ceará e o Rio Grande do Norte (RN), que lidera o ranking nacional na produção e na quantidade exportada de melões. Juntos, eles respondem por praticamente 75%da produção brasileira, conforme a fonte citada anteriormente.

A produção média de melão no RN, de forma isolada, tem se mantido em torno de metade do total nacional ao longo da série estatística analisada (1995-2015). Recentemente, contudo, a sua participação percentual foi ampliada pela migração de empresas do Ceará, alcançando a cifra de 52% no final de 2015. A queda da produção do Ceará e sua consequente migração para as terras potiguares se deveu à crise hídrica naquele estado, que tem sido mais grave do que nas áreas produtoras norte-rio-grandenses.

Leia artigo completo: Joacir e Aldemir 2017_Dinâmica produção de melão no RN

CORECON/RN convida os novos economistas para Encontro de Integração Profissional

O Conselho Regional de Economia- CORECON/RN parabeniza os recém-formados do Curso de Economia pela conclusão da graduação e convida-os a participar do Encontro de Integração Profissional que acontece dia 28 de março, às 15h30, na sede do Conselho, situada na Rua Princesa Isabel, 815, Cidade Alta.

E, conforme prevê a legislação do Conselho Federal de Economia – COFECON, o Conselho está dispensando para o exercício de 2017, o pagamento da primeira anuidade, tendo que pagar apenas a taxa de Registro no valor de R$ 75,00 (setenta e cinco reais). Com isto, o novo economista estará habilitado ao exercício da profissão, pois sem o registro, fica, apenas, Bacharel em Ciências Econômicas não podendo atuar como profissional.

Mais informações sobre o Encontro e documentos necessários para efetuar o Registro: Encontro de Integração Profissional dos Novos Economistas

Conselho de Economia comenta sobre má distribuição dos recursos e afirma ser a causa dos desequilíbrios fiscais do Estado

Nota

As reservas nos caixas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), do Ministério Público Estadual (MPRN) e da Assembleia Legislativa (ALRN) vêm sendo discussão no RN devido a briga judicial com o Governo do Estado para que os órgãos repassem os recursos disponíveis das sobras orçamentárias ao governo.

O Conselho Regional de Economia – CORECON/RN se posiciona sobre o assunto e explica que somados os 45,7 milhões de superávits do MP e da ALRN aos mais de 253,2 milhões do TJ, o Executivo teria hoje, se fossem devolvidos à conta única do governo, 300 milhões, o que equivale a quase uma folha de pagamento de um mês aos servidores públicos que vêm sofrendo atraso salarial há 11 meses.

Segundo o presidente do CORECON/RN, Ricardo Valério, “há uma falta de repactuação entre os três poderes nos valores destinados da Receita Corrente Líquida (RCL) que, enquanto a média nacional sinaliza repasse da RCL aos poderes Legislativo e Judiciário de 13,7%, no RN são destinados 25% dos recursos, ou seja, quase 12% a mais da média nacional e isso, historicamente, vem gerando superávits aos dois poderes, enquanto no Governo acumula déficits”, explica Ricardo e acrescenta “ Infelizmente os três poderes preferem pôr uma fenda nos olhos e não ver o sofrimento de mais de 100 mil servidores que estão recebendo seus salários atrasados”.

Dia Internacional da Mulher: CORECON se posiciona sobre idade da aposentadoria e salários da mulher no Brasil

Na passagem do “Dia Internacional da Mulher”, comemorado em 08 de março, o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON-RN se posiciona contra a idade para aposentadoria das mulheres aos 65 anos, mesma idade proposta  para os homens pela reforma da Previdência,  defendida pelo Governo Federal em curso na Câmara Federal.

Para Ricardo Valério, presidente do CORECON-RN, essa é uma reforma prejudicial. “Não é justo com as mulheres que, secularmente, mantêm a dupla jornada de atividade como profissionais e donas de casa, mães  e companheiras, não possam manter o diferencial temporal de 5 anos entre a idade ideal para obterem a aposentadoria aos 60 anos de idade”.

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Conselho de Economia, Sindicatos e servidores públicos pressionam ALRN sobre demissão de funcionários e aumento de salário para comissionados

Apesar da forma apressada como o Governo do Estado do Rio Grande do Norte encaminhou o Pacote de Reforma da Previdência do Estado e do aumento de cargos comissionados na última sexta-feira (3), a Assembleia Legislativa – ALRN, na manhã desta terça-feira (7) encontrou uma forte reação do Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte (SINDECON/RN), Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte (SINDCONT/RN) e do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN), que conseguiram o compromisso do vice-governador, Fábio Dantas, e do presidente em exercício, deputado Gustavo Carvalho, para que nada seja votado com dispensa regimental e nem de forma urgente.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON/RN, Ricardo Valério, “o Governo foi infeliz em ter remetido, de forma apressada e sem a menor discussão com os servidores e suas entidades de representação, os projetos de tamanho impacto na vida dos funcionários. O RN, inclusive, se antecipou nas medidas do Governo Federal em relação ao aumento das alíquotas na contribuição previdenciária, passando de 11% a 14% quando isso ainda está sendo debatido a nível nacional”, explica Ricardo.

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NOTA DE REPÚDIO à posição do Governo do Estado em demitir funcionários não estáveis e aumento de salário para comissionados

O Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte (SINDECON/RN), Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte (SINDCONT/RN) e Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN) vêm à sociedade se pronunciar sobre a posição do Governo do Estado de demitir funcionários não estáveis e aumentar salários de cargos comissionados.

Todos os norte-rio-grandenses acompanham a deterioração fiscal do Estado, apesar de aumentos constantes de arrecadação própria, o que tem provocado desarranjo das políticas públicas estaduais, na área da saúde, educação, segurança, funcionalismo e investimento. A situação é crítica, e encontrar solução para tal é imprescindível, mas buscar a solução através da demissão de servidores públicos não estáveis não é adequada ao momento e, sim, a mais simples.

É necessário buscar conciliação que envolva a todos, de forma a trabalhar para formar um consenso e assim atingir o equilíbrio fiscal. Fazer os servidores pagarem a conta deste desequilíbrio, que eles não provocaram ao longo dos anos é, no mínimo, errônea.

Natal, 07 de março de 2017

SINDECON/RN CORECON/RN SINDCONT/RN

Turma de Ciências Econômicas da UFRN realiza colação de grau e pode receber prêmios em Concurso

O curso de Ciências Econômicas da UFRN formou mais uma turma na última sexta-feira (3) e o presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON/RN, Ricardo Valério, esteve presente na Colação de Grau dos novos economistas do Estado que escolheram como paraninfa a professora Valdênia Apolinário.

A turma, com 16 formandos, receberá do Conselho a bonificação da primeira anuidade do registro profissional provisório. Poderão também participar do Concurso Prêmio RN de Economia que, neste ano, pagará em torno de 4 mil reais aos vencedores das melhores monografias inscritas. No entanto, para bonificação e participação no concurso, o formando precisa estar registrado no Conselho.

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