Nota do COFECON : agravamento da crise político-institucional brasileira

O Conselho Federal de Economia (COFECON) vem a público manifestar-se sobre o agravamento da crise política e suas consequências para o ambiente econômico e social do país, que colocam na ordem do dia nova deterioração das expectativas, aumento da incerteza e movimentos especulativos, com o consequente cancelamento e adiamento de decisões de investimentos e ampliação do desemprego.

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“Curso Financeiro Contábil de Empréstimos Bancários Consignados” acontece na próxima sexta-feira

Economistas têm descontos na inscrição

Na próxima sexta-feira (12) acontece o “Curso Financeiro Contábil de Empréstimos Bancários Consignados”, no auditório do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Norte (CRC-RN), das 13h às 16h30. O economista que apresentar a carteira de Identidade Profissional fornecida pelo CORECON/RN receberá desconto na inscrição. Leia Mais

Participe da Campanha pela Redução da Desigualdade Social no Brasil

As instituições integrantes do Fórum Nacional pela Redução da Desigualdade Social convidam a sociedade civil para o ato de lançamento de sua campanha nacional, a ser realizado no dia 11 de maio, a partir as 9h30, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O lema é “Desigualdade: isso é da sua conta”. Participe!

A Campanha Pela Redução da Desigualdade Social no Brasil está estruturada em seis eixos: mudar o modelo tributário, preservar e ampliar os direitos sociais, preservar e ampliar políticas públicas de valorização do trabalho, aumentar investimentos públicos em educação, reforçar a função social do Estado e ampliar a democracia e a participação social.

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COFECON, CNBB e OAB criticam proposta de Reforma da Previdência

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (Cofecon), divulgaram, nesta quarta-feira (19/04), nota conjunta sobre a reforma da Previdência proposta pelo governo. O documento “Por uma Previdência Social justa e ética” externa preocupação com a proposta encaminhada pelo Executivo ao Congresso Nacional. Participaram da coletiva de imprensa o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner; o presidente da OAB, Cláudio Lamachia; e o presidente do Cofecon, Júlio Miragaya.

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Nota do COFECON sobre Reforma Trabalhista

O Brasil vive uma das mais graves crises de sua história. Uma década já considerada perdida, com projeção de baixo crescimento econômico para 2017, baixos investimentos, alto endividamento das famílias, elevada informalidade, desindustrialização, perda de competitividade da indústria nacional, e um contingente de mais de 12 milhões de desempregados. Nesse contexto, uma ampla agenda de reformas vem sendo proposta para a sociedade brasileira, entre elas a Reforma Trabalhista.

Sobre a questão da Reforma Trabalhista o Conselho Federal de Economia se manifesta, inicialmente defendendo a necessidade de um amplo debate com a sociedade, e elenca alguns desafios e preocupações que precisam ser observados. Leia Mais

Anuidade 2017 sem multa até final do mês e boleto através do site Corecon/RN

Caro(a) filiado(a)

Agora você poderá obter e imprimir seu(s) boleto(s) integral ou parcelado através do site www.corecon-rn.org.br, clicando no link SISCAFWEB, ao lado direito no campo PROFISSIONAL, preencher o seu CPF e depois clicar em “Localizar Cadastro”. Após esse procedimento seus dados irão aparecer e em seguida clicar em “Receber Senha no Meu E-mail”. Essa senha será enviada para seu e-mail cadastrado no sistema, mas caso ainda não tenha esse cadastro entrar em contrato através do e-mail da Fiscalização augusto.neto@corecon-rn.org.br ou pelos telefones (84) 3201-1005, (84) 98602-5973 (OI) e (84) 09709-1652 (TIM) ou 99152-4577 (CLARO-WhatsApp). Para obter o passo a passo, enviamos em anexo um Manual do Sistema sobre seu funcionamento.

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Perspectiva de Desenvolvimento Econômico e Social no município de Pedro Velho/RN

Artigo

Por

Osmar Faustino de Oliveira

Economista

 

O desenvolvimento econômico pode ser definido como uma mudança estrutural, ou seja, o desenvolvimento é uma transformação na relação e nas proporções internas do sistema econômico. A sociedade é caracterizada por um conjunto econômico complexo que traduz formas econômicas e sociais diversas. Desse modo, o desenvolvimento econômico ocorre quando o aumento permanente na produtividade média do trabalho se assimila a essa estrutura complexa (QUEIROZ, 2011).

O desenvolvimento é considerado como um resultado do crescimento econômico seguido de melhoria na qualidade de vida de uma sociedade, ou seja, aumento do Produto Interno Bruto e a eficiência na alocação de recursos pelos diversos setores da economia, melhorando o bem-estar econômico e social da população. A redução da pobreza, do desemprego e das desigualdades e aumentos nas condições de saúde, na alimentação, educação e moradia, são considerados melhorias no desenvolvimento (OLIVEIRA, 2002).

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A dinâmica da produção de melão no RN

 Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino

(Economista, professor e pesquisador da UERN)

José Aldemir Freire

(Economista e Chefe da Unidade Estadual do IBGE no RN)

A produção de melão irrigado cresceu substancialmente no Brasil nos últimos 20 anos. Segundo a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, se no ano de 1995 os agricultores brasileiros produziram 159.267 toneladas da fruta, em 2015 o número saltou para 521.596 toneladas, o que representa um crescimento de 227%. Esse ganho de produção ocorreu,principalmente,pela expansão das lavouras na região Nordeste, aonde se concentra a maior área cultivada dessa fruta no país.

Entre os estados nordestinos, os dois principais produtores são o Ceará e o Rio Grande do Norte (RN), que lidera o ranking nacional na produção e na quantidade exportada de melões. Juntos, eles respondem por praticamente 75%da produção brasileira, conforme a fonte citada anteriormente.

A produção média de melão no RN, de forma isolada, tem se mantido em torno de metade do total nacional ao longo da série estatística analisada (1995-2015). Recentemente, contudo, a sua participação percentual foi ampliada pela migração de empresas do Ceará, alcançando a cifra de 52% no final de 2015. A queda da produção do Ceará e sua consequente migração para as terras potiguares se deveu à crise hídrica naquele estado, que tem sido mais grave do que nas áreas produtoras norte-rio-grandenses.

Leia artigo completo: Joacir e Aldemir 2017_Dinâmica produção de melão no RN