Artigo – O desemprego no Brasil e no Rio Grande do Norte

Por Aluísio Alberto Dantas 1

O emprego da mão de obra é destacado como importante elemento de política socioeconômica por tratar-se da condição em que o homem encontra a sua dignidade no exercício do trabalho humano. O trabalhador empregado é o agente econômico transformador de riquezas e de bem estar social, produz bens e serviços demandados pelo mercado e indispensáveis às necessidades humanas e gera o fluxo de renda que permita a manutenção pessoal e familiar.

O trabalho é um direito fundamental do homem, pois é necessário para formar e manter uma família, ter direito à propriedade, ao bem comum da família humana e à justiça social. A desocupação do trabalhador, ao contrário, é uma condição que compromete a dignidade humana, a justiça social e contribui para o desequilíbrio dos mercados de bens, serviços, fatores de produção e da “sociedade doméstica”. A desocupação da mão de obra reduz o fluxo de renda e o poder de compra das pessoas, podendo comprometer o consumo e a aquisição dos meios de subsistência das famílias, influenciar situações de conflitos e de crises pessoais e cujas repercussões podem ser negativas em atitudes psicossociais e para o equilíbrio social.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 19/5/2016, a ‘Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua’ sobre o mercado de trabalho brasileiro no 1º trimestre de 2016. São informações que contribuem para o estudo do desenvolvimento socioeconômico, por expressar a realidade da inserção da população no mercado de trabalho, suas diversas características principais e outras formas de trabalho, tais como o trabalho infantil, migração, habitação, fecundidade, nupcialidade etc. As informações da PNAD foram coletadas em 211 mil domicílios de todo o território brasileiro e descrevem indicadores que foram desenvolvidos com base em novos conceitos, definições e nomenclaturas de acordo com as recomendações da Organização Internacional do Trabalho – OIT, adotadas na última Conferência Internacional dos Estatísticos do Trabalho. 2

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Etapa Estadual – Competição adiada

Etapa Estadual da VI Gincana Nacional de Economia adia competição para início de junho

O Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON-RN com o objetivo de oportunizar para que mais estudantes possam participar da VI Gincana Nacional de Economia adiou para o dia 7 de junho a realização da competição final, Etapa Estadual, que estava marcada para a última terça-feira (24). Leia Mais

Primeiro registro “Profissional de Economista Conciliador e Mediador” do RN

O Conselho Regional de Economia – CORECON/RN realizou no dia 24 de maio, o primeiro registro “Profissional de Economista Conciliador e Mediador”. Airton Soares Costa, ex-presidente do CORECON/RN, é o primeiro economista do estado do Rio Grande do Norte, devidamente registrado nesta categoria.

O Conselho, em nome de todos os economistas do Estado, parabeniza Airton Costa pelo gesto pioneiro. Lembrando que, nossa Câmara de Mediação e Arbitragem tem registro concedido junto ao Tribunal de Justiça do RN.

 

Seminário Brasil de Economia acontece em Recife no próximo mês

Com o tema “Estratégia para a Retomada do Crescimento Econômico”, o Conselho Regional de Economia de Pernambuco – CORECON-PE realiza no próximo dia 6, em Recife (PE), o Seminário Brasil de Economia. Entres os participantes convidados está o palestrante Márcio Pochmann, professor titular da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, e os debatedores Júlio Miragaya, presidente do COFECON e a economista Tânia Bacelar, consultora Ceplan.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do www.coreconpe.org.br/inscricoes_sbe

 

CORECON-RN participa da Mostra de Profissões na UFRN

O Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (Corecon-RN) participou da Mostra de Profissões 2016 realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) de 18 a 20 de maio, em Natal. Conselheiros ministraram palestras para estudantes do Ensino Médio, apresentando informações sobre a profissão de economista.

“É uma oportunidade para que os estudantes conheçam o ambiente acadêmico e conheçam quais aptidões um economista deve ter, as principais oportunidades de trabalho e todos os segmentos em que podem atuar”, destacou o presidente do Corecon-RN, Ricardo Valério Costa Menezes. Além dos conselheiros regionais, foram convidados economistas com atuações nas esferas pública e privada para que relatassem a experiência no mercado de trabalho e motivassem os estudantes na escolha pela profissão.

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XVI Prêmio RN de Economia 2016

O XVI Prêmio RN de Economia 2016, promovido em parceria com o Cofecon – Conselho Federal de Economia abrem inscrições a partir do dia 24 de maio a 28 de junho, no CORECON/RN, das 8h às 18h. Os melhores trabalhos monográficos concorrem a prêmios que variam de R$ 600 a R$ 2.100 (valores sujeitos à incidência de impostos, conforme legislação em vigor.).  O objetivo é estimular a pesquisa científica, incentivando os economistas recém-formados a divulgarem os estudos que foram realizados e cuja temática envolva a realidade econômica.

Confira regulamento

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NOTA OFICIAL – Expectativas iniciais sobre o novo Governo do Presidente Interino

O Conselho Regional de Economia – Corecon/RN e o Sindicato dos Economistas do RN acompanham com absoluta isenção política partidária, atentos as consequências e expectativas das mudanças do comando na Presidência da República, apresentam seu posicionamento com foco na superação da enorme crise econômica e política.

Entendemos que diante do quadro  de intranquilidade da vida nacional, com o afastamento temporário da Presidenta Dilma Rousseff e posse do Presidente interino Michel Temer, empossado amparado nas decisões  legais do Legislativo e respaldado pelo Judiciário, proporcionará um ambiente mais positivo junto às classes empresariais, Políticas e investidores.

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SEJA PERÍTO JUDICIAL

Curso Perícias Judiciais – Em Natal/RN
Associados do CORECON–RN têm direito a 10% de desconto

Profissionais das áreas de economia, arquitetura, engenharia, administração, contabilidade, medicina e demais profissões podem ampliar suas técnicas atuando também como perito judicial. Para isto, é necessário um direcionamento à área e, Natal, nos próximos dias 31 de maio a 03 de junho, sedia o curso de Perícias Judiciais, no CREA – RN (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte). O profissional poderá atuar como perito ou assistente técnico junto ao Poder Judiciário e Ministério.

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