Conselho de Economia, Sindicatos e servidores públicos pressionam ALRN sobre demissão de funcionários e aumento de salário para comissionados

Apesar da forma apressada como o Governo do Estado do Rio Grande do Norte encaminhou o Pacote de Reforma da Previdência do Estado e do aumento de cargos comissionados na última sexta-feira (3), a Assembleia Legislativa – ALRN, na manhã desta terça-feira (7) encontrou uma forte reação do Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte (SINDECON/RN), Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte (SINDCONT/RN) e do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN), que conseguiram o compromisso do vice-governador, Fábio Dantas, e do presidente em exercício, deputado Gustavo Carvalho, para que nada seja votado com dispensa regimental e nem de forma urgente.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON/RN, Ricardo Valério, “o Governo foi infeliz em ter remetido, de forma apressada e sem a menor discussão com os servidores e suas entidades de representação, os projetos de tamanho impacto na vida dos funcionários. O RN, inclusive, se antecipou nas medidas do Governo Federal em relação ao aumento das alíquotas na contribuição previdenciária, passando de 11% a 14% quando isso ainda está sendo debatido a nível nacional”, explica Ricardo.

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NOTA DE REPÚDIO à posição do Governo do Estado em demitir funcionários não estáveis e aumento de salário para comissionados

O Sindicato dos Economistas no Estado do Rio Grande do Norte (SINDECON/RN), Sindicato dos Contadores do Rio Grande do Norte (SINDCONT/RN) e Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN) vêm à sociedade se pronunciar sobre a posição do Governo do Estado de demitir funcionários não estáveis e aumentar salários de cargos comissionados.

Todos os norte-rio-grandenses acompanham a deterioração fiscal do Estado, apesar de aumentos constantes de arrecadação própria, o que tem provocado desarranjo das políticas públicas estaduais, na área da saúde, educação, segurança, funcionalismo e investimento. A situação é crítica, e encontrar solução para tal é imprescindível, mas buscar a solução através da demissão de servidores públicos não estáveis não é adequada ao momento e, sim, a mais simples.

É necessário buscar conciliação que envolva a todos, de forma a trabalhar para formar um consenso e assim atingir o equilíbrio fiscal. Fazer os servidores pagarem a conta deste desequilíbrio, que eles não provocaram ao longo dos anos é, no mínimo, errônea.

Natal, 07 de março de 2017

SINDECON/RN CORECON/RN SINDCONT/RN

Turma de Ciências Econômicas da UFRN realiza colação de grau e pode receber prêmios em Concurso

O curso de Ciências Econômicas da UFRN formou mais uma turma na última sexta-feira (3) e o presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON/RN, Ricardo Valério, esteve presente na Colação de Grau dos novos economistas do Estado que escolheram como paraninfa a professora Valdênia Apolinário.

A turma, com 16 formandos, receberá do Conselho a bonificação da primeira anuidade do registro profissional provisório. Poderão também participar do Concurso Prêmio RN de Economia que, neste ano, pagará em torno de 4 mil reais aos vencedores das melhores monografias inscritas. No entanto, para bonificação e participação no concurso, o formando precisa estar registrado no Conselho.

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A UERN e sua contribuição para o desenvolvimento do RN

Artigo

Por

Joacir Rufino de Aquino & Emanoel Márcio Nunes
Economistas, professores e pesquisadores da UERN

Em meados do ano passado a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi injustamente acusada pelo então presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) como sendo a causa preponderante da crise fiscal do nosso estado. O argumento defendido desembocava em uma proposta descabida de privatização da instituição, que, felizmente, foi fortemente combatida e rechaçada pela sociedade norte-rio-grandense. Tal reação social em defesa da UERN é plenamente justificada, pois ela deve ser considerada não como a “causa” da crise, e, sim, como um instrumento valioso para ajudar o RN a enfrentar os desafios socioeconômicos que estão postos.

Com efeito, além de seu inquestionável papel positivo na formação superior de recursos humanos em várias áreas do conhecimento, a UERN tem um potencial adormecido no que diz respeito à pesquisa e à extensão universitárias ainda pouco ou quase nunca aproveitado pelos governos do RN, quer seja na capital do estado, quer seja nos municípios.

Leia na íntegra: A UERN e sua contribuição para o desenvolvimento do RN

CORECON-RN participa de aula inaugural da UFRN com tema “Encruzilhada da Economia Brasileira”

“Encruzilhada da Economia Brasileira” é tema de aula inaugural do Curso de Economia 2017 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN que teve início ontem (23), com palestra do professor Marcelo Dias Carcanholo, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Uma parceria do Conselho de Economia – CORECON/RN e do Sindicato dos Economistas – SINDECON/RN com o Departamento de Economia da Universidade – DECO/CCSA. Leia Mais

Aglomeração Espacial do Emprego Formal da Indústria de Produtos Minerais não Metálicos no Rio Grande do Norte 1990 – 2010 com base na Metodologia do Índice de Hoover

Por Osmar Faustino de Oliveira

Economista

osmarfaustino@yahoo.com.br

 

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo quantificar as aglomerações industriais no Rio Grande do Norte nos anos 1990, 2000 e 2010. Para isso foi preciso utilizar o coeficiente locacional de Hoover, que mostra o índice de especialização dos segmentos industriais.

A capital do Rio Grande do Norte é Natal, o estado tem clima tropical úmido, com temperatura média de 28 graus e mais de 300 dias de sol por ano. Quem nasce no estado é considerado potiguar ou norte-rio-grandense. A área (km²): 52.811,047 com um total de domicílios: 899.498 a densidade demográfica (hab/km²): 59,99. O número de Municípios do estado é de 167 segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O mundo do trabalho ao longo dos anos vem sofrendo modificações na estrutura produtiva. Segundo Paixão (2012), o aumento da população, aumento dos salários, aumento dos aluguéis e a violência urbana geram um processo de desconcentração industrial. Com a desconcentração, é preciso então que novas formas de aglomerações bem estruturadas sejam estabelecidas em outras regiões, ou seja, novas empresas atuem em outras regiões. Essas aglomerações são o resultado da difusão do conhecimento, do crescimento da expansão do mercado, da disponibilidade de recursos e expansão da infraestrutura, recriando assim novas formas de concentração nas quais estão as aglomerações produtivas localizadas, ou simplesmente cluster.

Leia artigo na íntegra: QL – RN Resumido

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Programa de Educação Financeira será lançado em março pelo CORECON/RN e parceiros

Pesquisas sinalizam que seis em cada 10 brasileiros, encontram-se endividados, e inadimplentes junto ao comércio e aos agentes financeiros, formando assim, um contingente expressivo da população nacional com nomes impedidos de acesso ao crédito junto ao comércio em geral.

Diante desse cenário, o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (CORECON/RN) vai lançar no mês de março, em Natal, e em agosto em Mossoró, Pau dos Ferros e Assú, o Programa de Educação Financeira e Empreendedorismo, voltado para a população em geral, escolas, órgãos públicos e para empresas que desejarem ter seus funcionários atuando com maior produtividade e tranquilidade emocional. Neste ponto, vale ressaltar que pesquisas revelam que há uma queda acentuada na produtividade do trabalhador que se encontra endividado, além do registro do aumento de faltas ao trabalho, baixa autoestima e abalo emocional com reflexos imediatos na precariedade das condições de saúde e elevação dos níveis de estresse.

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Uma comparação da quantidade de empregos formais e de estabelecimentos da Construção Civil nos anos de 2010 e 2015 no Rio Grande do Norte

Artigo

por Osmar Faustino de Oliveira

Economista graduado pela UFRN

osmarfaustino@yahoo.com.br

 

A indústria da construção civil no país, é crescente e infere no desenvolvimento econômico para a geração de emprego. Portanto, é uma atividade que encontra-se relacionada a diversos fatores do setor que contribui para o desenvolvimento regional.  Como a geração de empregos e mudanças para a economia, ou seja, a elevação PIB e tendo em vista seu considerável nível de investimentos e seu efeito multiplicador sobre o processo produtivo (OLIVEIRA, 2012).

Leia na íntegra:

Uma comparação da quantidade de empregos formais da Construção Civil nos anos de 2010 e 2015 no Rio Grande do Norte

 

Foto: Internet

O Emprego Formal no Estado do Rio Grande do Norte 2010-2015

Osmar Faustino de Oliveira

Economista – Graduado na UFRN

 

Introdução

A classe trabalhadora no século XXI, em íntegra era da globalização, fragmentada, como também mais heterogênea e ainda mais diversificada. Pode-se verificar, uma detrimento significativo de direitos e de sentidos, em reciprocidade com o caráter destrutivo do capital vigente (ANTUNES, 2004).

O Mercado de trabalho é a relação entre a oferta de trabalho e a busca de trabalhadores, e o conjunto de pessoas ou empresas que em época e lugar determinados, provocam o surgimento e as condições dessa relação. O Trabalho Mutável pode ser percebido a partir de óticas diferentes. Assim, trata-se de uma categoria mutável, mesmo considerando exclusivamente o pensamento ocidental. Múltiplas interpretações, o ato de trabalhar é concebido e assimilado de acordo com os padrões vigentes em cada sociedade e há uma multiplicidade de interpretações (APOLINÁRIO, 2013).

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Presidente do Corecon-RN toma possa como Conselheiro Federal

O presidente do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – Corecon/RN, Ricardo Valério Menezes, tomou posse como Conselheiro Federal de Economia – Cofecon em solenidade realizada na noite dessa quinta-feira (2), em Brasília. Na ocasião, também foram empossados os demais conselheiros eleitos e o novo presidente do Cofecon, Júlio Miragaya, para o biênio 2017/2018.  Leia Mais